A Laura contou-nos que foi às VINDIMAS com a mãe, o pai, os avós e a Joana.
Ela trouxe uvas para todos os AMIGOS.
Os baguinhos eram redondinhos, verde-claros e muito docinhos!
O Gabriel contou que o pai dele apanhou muitas uvas roxas para comer e para fazer vinho. Ele tem 3 fazendas e por isso tem muitas uvas! O vinho ainda não está bom, mas vai ficar...quando vier o frio!...
O Tomás contou que o avô dele pisou as uvas verde-claras, para fazer o vinho. O avô estava descalço e ficou com os pés sujos e a cheirar a uvas!...
Depois, usando rolhas de cortiça e tinta, cada um fez cachinhos de uva de faz de conta, já que os baguinhos que a Laura trouxe, desapareceram logo!
Um desafio: enfeitar o castelo de Porto de Mós, com ARTE!
Os Pequenos Jornalistas aplicaram-se e resultaram trabalhos muito interessantes!
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Os Pequenos Jornalistas descobriram que na construção dos castelos era utilizada "argamassa" entre as pedras.
Resolveram experimentar fazer também argamassa, misturando cal "morta", barro e água. Depois quiseram construir um castelo utilizando a argamassa e as pedrinhas que o pai do Dário nos tinha dado no ano passado, quando veio ao Jardim de Infância falar da sua profissão de cabouqueiro.
Foi uma delícia observar a interajuda e o envolvimento destes construtores do castelo!
Cresceu na nossa horta!
Dentro de um balãozinho, que se abriu em 5 partes iguais, estava um fruto redondinho e cor de laranja (rachado ao meio, por estar tão madurinho...)!
Como havia mais alguns caídos no chão, com os balõezinhos a parecerem rendinha, os Pequenos Jornalistas puderam todos provar este fruto tão especial, chamado Physalis. É muito saboroso e faz bem à saúde!
A Imaginação deixa-nos VOAR alto!
A curiosidade e a atenção, fazem-nos descobrir e valorizar pequenas coisas, que logo se transformam em coisas maiores e tão belas!
As formas, as simetrias, os tamanhos, as quantidades, os sentidos dos traços...assim acontece a matemática em beleza, tantas vezes escondida!
Naquele dia, tudo começou quando, juntinho à roda do Oleiro, a Inês Lavrador descobriu um pedacinho de barro com uns ziguezagues marcados em baixo relevo... depois foi um sem número de experimentações, com a matemática mesmo ali, escondida por baixo dos sapatos!...
Em grupos de dois, os Pequenos Jornalistas puderam experimentar diversos modos de arrumar no flanelógrafo as várias formas em feltro disponibilizadas.
Esta sequência de imagens mostra como as formas, foram "ganhando forma":
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De tão diferente, esta cenoura que cresceu na nossa horta já sentindo o frio deste final de Outono, tornou-se tão especial, não acham?
Assim é com outras coisas e com todos os seres vivos!
Viva a diferença!
Aí está ele, o nosso Quebra-Nozes articulado!
Foi pintado por diversos Pequenos Jornalistas sobre um cartão grande que nos deu a mãe do Lucas. Depois recortámos os membros superiores (os braços) e os membros inferiores (as pernas), para poder ser um boneco articulado, após a aplicação de ataches de latão!
Agora, no cantinho dos Livros, diz-nos olá com o braço direito e às vezes com o braço esquerdo; levanta a perna direita e também a perna esquerda, quando está a marchar, ou a fazer o jogo do espelho com a gente...
Gostamos mesmo deste nosso Quebra-Nozes, com quem podemos brincar e aprender!
Este é mesmo muito difícil!
Vamos ver quem consegue arrumar 12 círculos nos quadradinhos certos, mas agora respeitando quatro eixos de simetria?
Cliquem sobre a imagem e depois no rectângulo pequeno que está em baixo à direita, para começarem. Para verificarem se acertaram, voltem a clicar num rectângulo que também está em baixo à direita.
Parabéns se conseguirem fazer todas as simetrias em pouco tempo...!
Numa folha com muitos quadradinhos (que por isso se chama "quadriculada"), a Graça desenhou um eixo de simetria preto.
Depois fazia quadradinhos às cores no lado esquerdo e nós fazíamos no lado direito, à mesma distância do eixo de simetria, como as asas das borboletas!
Ao princípio foi um bocadinho difícil, mas depois foi fácil, porque eu percebi como se fazia.
Aqui estão alguns desses trabalhos que fizemos:


Este artigo foi elaborado pelo André (5 anos) com a ajuda da Educadora Graça D.
Observando com atenção os flocos de neve, descobrimos que tinham simetrias; o que estava no lado esquerdo, também estava no lado direito e o que estava em cima, também estava em baixo.

Fomos ver asas de borboletas na Internet e estavam com simetrias perfeitas na cor e na forma.

Depois a Joana Rita trouxe uma borboleta de faz-de-conta cor de rosa e vermelha e nós recortámos várias vezes dois papéis iguais para pormos na asa do lado esquerdo e na asa do lado direito e em cima e em baixo. Ficou assim:

Quando fizemos borboletas de flocos de neve, também
fizemos simetrias bonitas!

(Artigo realizado pelo João Fernandes e pelo João Pedro, ambos com 5 anos, com a ajuda da Educadora Graça Duarte)
Hoje a Graça trouxe 3 tangerinas. Uma era grande, outra era média e a outra era pequenica.
Arrumámos da esquerda para a direita e parecia uma escadinha sempre a descer...

Fizemos um jogo que era ver quem acertava quantos gomos tinham as tangerinas.
Mas ninguém tinha a certeza, porque os gomos estavam escondidos lá dentro da casca, todos encostadinhos uns aos outros, a fazerem uma bolinha...
Então fizemos uma estimativa, disse a Graça.
Foram estes os números da nossa estimativa dos gomos que pensávamos que tinham as tangerinas:
| Nº de gomos | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 |
| Nº de crianças | 1 | 1 | 3 | 4 | 2 | 1 | 2 | 2 | 0 | 1 | 1 |
Descascámos as tangerinas e descobrimos que a grande tinha o mesmo número de gomos que a média: 9 gomos.

Mas a mais pequenina tinha 10 gomos! Que é mais 1 do que as outras! Que estranho...

Só 4 acertaram e puderam comer dois gomos cada um; os outros comeram só 1 gomo, como tínhamos combinado. Para saber quem comia os que sobraram, dissemos esta lengalenga:
Está a chover
está a pingar
a raposa no quintal
a apanhar tangerininhas
para o dia de Natal!
(Este artigo foi elaborado pelo David (5 anos) e pelo Lucas (4 anos), com a ajuda da Educadora Graça Duarte
Foi já há algum tempo atrás que resolvemos colocar muito juntinhas as 17 cebolas que cresceram na nossa horta.
No Jardim de Infância ninguém sabia muito bem como fazer um cabo de cebolas...
Sem desistirmos da tarefa, lá conseguimos fazer uma espécie disso, como aqui se vê.
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