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Pequenos Jornalistas

Um espaço onde os alunos do JARDIM DE INFÂNCIA DE TREMOCEIRA manifestam as suas opiniões, gostos, curiosidades; relatam as suas vivências e descobertas, tal como pequenos "jornalistas" em acção, numa janela muito grande aberta para o Mundo

Pequenos Jornalistas

Um espaço onde os alunos do JARDIM DE INFÂNCIA DE TREMOCEIRA manifestam as suas opiniões, gostos, curiosidades; relatam as suas vivências e descobertas, tal como pequenos "jornalistas" em acção, numa janela muito grande aberta para o Mundo

obrigada

Magia! Água suja, fica mais limpa!

pequenos-jornalistas, 15.06.13
"Esta experiência foi muito fixe. Vi que as águas sujas podem ficar mais limpas. 
Primeiro sujámos um bocadinho de água com terra, folhas e lixo que estava no chão.
Depois cortámos uma garrafinha e virámos a ponta para baixo. Pusemos lá dentro algodão e areia da praia. A Ju até disse que era algodão doce!
Despejámos e ... magia! Aquela água ficou mais limpa, depois de passar por ali.
Quando despejamos água suja para os rios, isso é poluição; os peixes morrem e depois já não conseguem ir para debaixo de água...ficam a boiar. Isso é mau para a saúde. 
Eu fiz esta experiência em casa. (A Graça deu areia... algodão não foi preciso, porque eu tinha em casa.) Correu bem, mas era água a mais e saíu um bocado por fora. A água ficou mesmo mais limpa!" LAURA (4 anos)

Um vulcão em erupção!...Faz de conta...

pequenos-jornalistas, 22.02.13
 
  
  

A experiência do VULCÃO

Procedimentos:

Pusemos dentro do frasco (escondido na montanha de terra…):

  • 1 colher de sopa com bicarbonato de sódio
  • 1 colher de sopa com detergente da loiça
  • 5 gotas de corante alimentar vermelho
  • 5 gotas de corante alimentar amarelo
  • 5 cl (centilitros) de vinagre (=50 ml)
Quando acabámos de despejar o vinagre para dentro do "interior do vulcão", vimos o que vos mostramos nas fotos! Foi espetacular!
Os Pequenos Jornalistas já descobriram muitas coisas sobre os vulcões; algumas delas estão explicadas neste SÍTIO; é só clicar...

E um arco-íris na sala...é possível?

pequenos-jornalistas, 31.01.13
Colocando um espelhinho totalmente dentro de um recipiente transparente com água e inclinando o espelho...a magia pode acontecer!
Aí está ele, o arco-íris invertido, no teto da nossa sala de atividades!
Mas também foi possível projetar e descobrir noutros locais a decomposição da luz branca do sol (que afinal está sempre a brincar ao carnaval, porque anda disfarçada de branca, mas tem 7 cores dentro dela!...)
Que maravilha, não acham? E depois, para não esquecer, os Pequenos Jornalistas foram ilustrar um arco-íris de acordo com as cores na posição em que as estavam a ver. O giro é que na mesa onde fizeram esse trabalho, o chapéu de chuva arco-íris da Carolina foi aberto, criando outro momento muito especial. Obrigada Carolina por nos emprestares sempre o teu guarda-chuva!

Fizemos chuva na cozinha!

pequenos-jornalistas, 30.01.13
 
 

Muitas gotas de água evaporaram e foram parar à tampa fria do tacho condensando-se e pingando como chuva!

As gotas de água que pusemos dentro da frigideira estavam no estado líquido. Com o bico do fogão acesso (que simbolizava o sol), essas gotas aqueceram e evaporaram; ficaram no estado gasoso. Mas quando encontraram a tampa fria do tacho (que simbolizava o céu alto e frio) condensaram-se e voltaram ao mesmo estado do princípio; o estado líquido outra vez! E é sempre a mesma água que sobe e desce!

É assim o ciclo da água no nosso planeta!

Tínhamos conseguido fazer chover dentro da cozinha!

Experimentem também nas vossas cozinhas! É tão giro!

Depois desta experiência conhecemos a história da Gotinha Cristal e fizemos a expressão dramática da história improvisando adereços com panos grandes de cores diversas (azul esverdeado do rio, branco da nuvem, amarelo do sol, cinzento e preto para a mudança de cores da nuvem, o chapéu arco-íris da Carolina!...). Foi mais um dos Momentos Felizes que pudemos viver em conjunto, descobrindo e conhecendo o Mundo de uma forma envolvente...

Tanta água na Terra!

pequenos-jornalistas, 28.01.13
Há tanta água no nosso paneta Terra! Tudo o que é azul no globo terrestre, representa a água de rios, lagos, mares, oceanos.
_O que acontece quando essa água é aquecida pelo sol? Fica morna...quentinha...evapora-se...vai para as nuvens...
E se fizessemos uma experiência, para percebermos melhor o que acontece?
Será que conseguimos fazer uma nuvem dentro de um copo de vidro gigante?
 
 
O que acham que aconteceu e que os Pequenos Jornalistas descobriram e aprenderam?

Barquinhos de água...

pequenos-jornalistas, 23.02.12

Os Pequenos Jornalistas já sabem que a água é transparente; não tem cor, nem deve ter sabor nem cheiro, para ser água pura.

Mas descobriram que a água pode "ganhar" cores diversas! Neste dia juntaram à água algumas gotas de corante alimentar que serve para colorir os cremes dos bolos. E assim ficaram com água nas seguintes cores:

 
 

_E se fizessemos barquinhos com esta água?

Estranharam a pergunta...por isso expliquei: se conseguirmos que esta água fique sólida e nela fixarmos um mastro com uma vela...talvez possamos ter um barquinho! Querem experimentar?

 

 

 

 

E foi assim que viram um barquinho de água no estado sólido flutuar, até a base começar a se derreter e transformar de novo em água no estado líquido. Brincadeiras efémeras...

 

Uma experiência...

pequenos-jornalistas, 23.06.10

E se plantássemos alfaces na areia da praia que está na nossa caixa de areia? Será que se regássemos também cresciam como na terra da horta? E qual das alfaces cresceria mais depressa?

Fizemos uma actividade experimental, partindo destas interrogações.

Arranjámos dois vasos iguais; num colocámos terra da horta e no outro colocámos a areia da praia que fomos buscar à nossa caixa coberta, que está  no recreio.

 

A seguir plantámos uma alface em cada vaso e demos a mesma quantidade de água a cada uma; usámos para isso um copinho de vidro onde colocámos uma marca feita com uma tirinha de papel autocolante.
Fizemos registos do que cada um pensava que iria acontecer e verificámos que haviam opiniões diversas.

Tínhamos que esperar que os dias passassem e tínhamos que observar e registar semanalmente o que íamos observando!...
Assim fizemos, num quadro de duas entradas. Eis o resultado:

Foram evidentes as diferenças no crescimento das duas alfaces. A que foi plantada na terra da horta ficou rapidamente com mais e maiores folhas, estando os vasos sempre lado a lado e mantendo-se a rega igual para as duas alfaces.

Então percebemos que a terra da horta tem nutrientes que são assim uma espécie de alimentos bons para as plantas, ao passo que a areia da praia não os tem...é mais pobre e por isso as plantas crescem menos na areia.

O terreno onde são plantadas as plantas, influencia o desenvolvimento delas!

 

Afunda-se ou flutua?

pequenos-jornalistas, 19.04.10

Olhando a água parada na caixa de areia, alguns Pequenos Jornalistas viram folhas a flutuarem; elas tinham que ser retiradas, para não entupirem o funil que tínhamos no bidão de recolha da água da chuva.

Partindo dessa situação, foi lançado o desafio: vamos trazer diversas coisas de casa, para experimentarmos e verificarmos se flutuam ou se afundam!

Assim foi; havia muitas coisas que vieram de casa para experimentarmos: castanhas, batatas, pinha aberta e pinha fechada, esferovite, tampa de garrafa, folhas verdes, pedra grande e pedra pequena, sementes de abóbora, um dinossauro , tangerina, carro do homem aranha, copo de plástico, boneco de plástico, pêra, laranja enorme, uvas.

Fizemos o registo do que achávamos que ía acontecer e depois comparámos com o que aconteceu.

 

Por vezes os Pequenos Jornalistas ficaram mesmo admirados com o que observaram.

Foi o caso da laranja e dos bagos de uva.

Para tentarmos entender o porquê dos factos que observámos, fomos investigar um pouco na Internet.
Encontámos este sítio AQUI que nos diz (em Português do Brasil) que o afundar ou o flutuar dos objectos depende da sua densidade e não do seu peso nem do seu tamanho. Se for mais denso do que a água, afunda; mas se for menos denso do que a água, flutua!
Por isso a laranja enorme flutua e os bagos de uva, mais pequenos afundam-se; eles são mais densos do que a água.
O ar que existe dentro das coisas também as ajuda a flutuar. Descobrimos isso quando mergulhámos as 3 castanhas e uma delas flutuou. Ela tinha um buraquinho; a Graça apertou e vimos bolhinhas de ar a sairem de dentro dela; largou-a, e imediatamente ela se afundou, juntando-se às outras duas no fundo da taça de vidro.
Esta actividade prática foi muito do agrado dos Pequenos Jornalistas, tendo sido prolongada pelos dias seguintes...

Acção-Reacção

pequenos-jornalistas, 27.09.09

 

Lei da Acção-Reacção: "Para cada acção há sempre uma reacção oposta e de igual intensidade" ou seja, sempre que um corpo exerce força sobre outro, esse também exerce uma força sobre o primeiro.

As forças de acção e reacção são iguais em intensidade e direcção, mas possuem sentidos opostos. 

Esta é a 3ª lei de Newton, que podemos experimentar neste pequeno exemplo com 5 bolinhas suspensas (tal como 5 bagos de milho ou 5 espigas), arrastando-as para sentidos opostos.

Querem experimentar?

Para saberem mais sobre o cientista Isaac Newton, cliquem AQUI.

Cada um ao seu ritmo

pequenos-jornalistas, 22.03.08
Acompanhar e ver a germinação do feijão, ao mesmo tempo que os feijões na horta se transformavam em feijoeiros debaixo da terra, foi o objectivo desta actividade.
Três feijões foram mantidos num algodão húmido; dois entre o vidro e o algodão e um por cima do algodão.
Observámos e descobrimos que :
Passados três dias 2 já tinham raízes e 1 largou a casca do feijão; uma semana depois já tinham caules verdinhos e as duas partes de um feijão começaram a abrir-se para de lá de dentro começarem a espreitar as primeiras folhinhas.

Um feijão desenvolveu-se mais rapidamente do que os outros.
O que estava só por cima do algodão não perdia a casca nem criava raízes como os outros;



Com 12 dias já se viam perfeitamente as duas folhinhas.
 Fomos medir; chegava aos 15 centímetros!


Até o coelhinho da Páscoa ficou contente ao descobrir como estava a crescer tanto este feijoeiro!
E cada um ao seu ritmo e conforme as condições, assim se desenvolveram estes e todos os feijões que a avó Luísa nos deu...!
Não é assim também connosco?